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13/07/2011 / chapelleiro

Into The Wild… Realmente O Filme!!

Well, (chape)leiros e leiras, andei ausente por um tempo. Tá, não aproveitei bem meu tempo como gostaria, mas fico feliz por nesse período acabar conhecendo um filme que realmente vale a pena ser comentado aqui. Não, não é um filme de ação… Embora tenha umas cenas tensas… Se desejava tal filme, recomendo que pegue seu carrinho hot wheels de velozes e furiosos e dê meia volta. (y)

Into The Wild (Na Natureza Selvagem)

Dirigido por Sean Penn, o filme conta a história verídica de Christopher McCandless (Emile Hirsch, sim, o rapaz do Show De Vizinha /o/) um jovem recém formado que abandona tudo, buscando deixar a vida materialista indo assim para um dos lugares mais inóspitos (pelo menos para o resto/boa parte do mundo), o Alasca.

Tá, leiros e leiras devem se perguntar “E o que diabos tem de tão phodastico nesse filme?”

Simplesmente a maneira como ele escolhe viver. Sem os martírios da vida moderna, sem a cautela que o dinheiro trás, sem a preocupação de planejar aquele futuro que boa parte vive desejando atingir. Ele nega tudo isso ao abandonar a boa vida que poderia ter.
Rebelde? Não, pois ele simplesmente desejava viver assim. Parece até um desejo primitivo (heh) mas a forma como o filme passa essa busca pela concretização desse desejo, nos faz questionar o que realmente buscamos. É basicamente aquela hora que você para pensar na sua vida, se está sendo realmente vivida atrás dessa tela (por Deus, estou no pc)

Livre e selvagem

Certo, não vou filosofar muito ou vou acabar mudando o título para “Filosofias de banheiro (2?)” Mas outra coisa que chama a atenção no filme, alem claro das belíssimas (se não estupendas) paisagens, é a trilha sonora que não poderia ser melhor. Sim, a boa e velha voz de Eddie Vedder (vocal Pearl Jam) com suas musicas questionando exatamente o que o filme pauta (escute “Society – Eddie Vedder” e vai entender)

Enfim, tem uma porrada de coisas que eu poderia dizer, mas para muitas delas, poucas palavras podem realmente expressá-las.

Das poucas, deixo uma parte que anotei no filme por me chamar bastante a atenção.
É um dialogo entre Christopher McCandless e um velho que conhecera, Ron Franz (Hal Holbrook).
O mesmo estava triste por saber que o jovem voltaria para sua jornada e que logo ficaria sozinho novamente.

…Mas está errado em pensar assim. Que a alegria da vida tem sua principal fonte nas relações humanas. Deus a colocou à nossa volta. Ela está em tudo. Em tudo que podemos vivenciar. As pessoas só precisam mudar o jeito que vêem as coisas.

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